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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

120 habitações nas rendas acessíveis de Lisboa para 3.170 candidaturas

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Foram registadas  3.170 candidaturas no primeiro concurso de casas de renda acessível da Câmara Municipal de Lisboa (CML). O programa tinha disponíveis, nesta primeira fase, 120 habitações espalhadas pela cidade, cujo aluguer vai custar entre 150 e 800 euros, em função do rendimento do agregado.
Dentro de uma semana, acontecerá o sorteio, que vai escolher os futuros inquilinos. Cerca de duas semanas depois serão assinados os contratos de arrendamento, devendo os imóveis ser entregues já em fevereiro, equipados, mas não mobilados, adiantou, em dezembro, ao ECO a vereadora da Habitação, Paula Marques.
Para ser elegível ao programa, o valor do rendimento bruto do agregado habitacional deve situar-se entre o salário mínimo nacional (8.400 euros por ano por pessoa) e um máximo de 35 mil euros por ano por pessoa. Já no caso de duas pessoas, o máximo são 45 mil euros anuais e, no caso de mais de duas pessoas, o teto máximo é de 45 mil euros anuais mais 5.000 euros por ano por cada dependente.
Os valores das rendas não podem ultrapassar 30% do rendimento mensal líquido das famílias, com redução de 2% por cada filho. Os contratos terão a duração de dois anos, renováveis por mais três e, findo esse período, se o inquilino continuar a reunir os requisitos necessários, haverá uma renovação do contrato.
As casas variam entre T0 e T4 Duplex, sendo que a maioria deles são T2 e T3. Ainda para este ano, a CML tem previsto “no âmbito deste programa específico, o lançamento de mais dois concursos, para os quais está já a construir ou recuperar mais de 250 habitações“, adianta a Câmara em comunicado.
noticia adaptada do site ecosapo

domingo, 12 de janeiro de 2020

O Tejo vai ter uma piscina natural flutuante

A bacia norte da marina do Parque das Nações, em Lisboa, vai ter uma praia artificial até 2022.
A piscina natural flutuante, com 230 metros quadrados, será divulgada durante a Lisboa Capital Verde Europeia, que arrancou este sábado. É que esta será uma piscina ecológica: vai funcionar com água do Tejo tratada, explicou ao semanário a Águas do Tejo Atlântico, a entidade responsável pelo projecto.
A “praia”, com capacidade para cerca de 800 a 1100 pessoas, apresenta semelhanças às piscinas flutuantes de La Villette, no Sena, em Paris; a Badeschiff no rio Spree, em Berlim; ou a do mar Báltico, em Helsínquia.
Foram avaliadas sete localizações diferentes em Lisboa, entre as quais o Cais das Colunas, e as zonas ribeirinhas de Santos, Belém e Pedrouços, mas apresentavam problemas de segurança, incluindo os perigos associados às correntes do Tejo.
Ainda segundo o Expresso, a área total da futura praia artificial deve estender-se por 2400 metros quadrados, incluindo esplanada, solário, cafés e balneários. Não é revelado o valor do investimento.
noticia adaptada e imagem tirada do site publico

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Metro de Lisboa forra bancos com cortiça

Os atuais bancos com forro de tecido nos comboios, serão trocados por outros com revestimento de cortiça. O investimento custará 1,825 milhões de euros.
Serão 13.516 bancos que vão ser revestidos com cortiça, um produto que de origem nacional, "com custo inferior, mais fácil de manter e amigo do ambiente", coincidindo com a iniciativa "2020 - Lisboa Capital Verde da União Europeia", conforme adianta o Metro de Lisboa.
"O novo material dos assentos e costas, que vai substituir o atual tecido, é formado por um compósito de cortiça, sendo mais percetível a sua textura e a sua cor natural", enfatiza ainda a transportadora.
Esta ideia não é nova porque existe desde 2013, em seis carruagens, cerca de 200 bancos de cortiça a título experimental, que se encontram "em boas condições".
A durabilidade prevista para os novos bancos com revestimento de cortiça está estimada em 15 anos, sendo maior do que a atual.
noticia adaptada e imagem tirada do site vidaextra

Táxis fluviais no Tejo?

Screenshot_2020-01-08 Lisboa poderá ter táxis fl
A vereadora da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Teresa Leal, em conjunto com a Associação de Turismo de Lisboa (ATL) tiveram a ideia de criar táxis fluviais.
A intenção é captar turistas, aproveitar a construção do Aeroporto do Montijo, ou simplesmente ir para casa depois de uma saída à noite. O novo projeto Rede Cais do Tejo foi hoje oficializado.
O projeto pretende reforçar a ligação entre as margens do Tejo na zona metropolitana de Lisboa, ligando municípios e oferecendo alternativas aos meios de transporte fluviais existentes.
O ponto central da ‘Rede Cais do Tejo’ será na Estação Sul e Sueste no Cais de Lisboa. Estão previstos mais quatro cais principais em Belém, Parque das Nações, Montijo e em Cacilhas. Adicionalmente existirá um projeto especial para requalificar o Cais da Matinha e sete outros cais complementares no Cais do Gás, Alcântara, Ginjal, Trafaria, Porto Brandão, Seixal e Barreiro.
noticia adaptada e imagem do site jornaleconomico

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Casamentos de Santo António para pessoas do mesmo sexo?

O Bloco de Esquerda vai fazer uma proposta à câmara de Lisboa, para que o boletim de inscrição nos casamentos de Santo António seja alterado. O objetivo é dar a possibilidade de participação de casais constituídos por pessoas do mesmo sexo.
O vereador dos Direitos Sociais, Manuel Grilo, disse que “o Regulamento dos Casamentos de Santo António é omisso em relação à possibilidade de participação de pessoas do mesmo sexo”.
Apesar de o regulamento indicar que “os noivos devem estar em situação legal para contrair o casamento”, no “boletim de inscrição continuam a constar apenas as opções noivo e noiva”, lê-se no documento subscrito pelo vereador do BE, partido que tem um acordo de governação do concelho com o PS.
E para que serve essa medida se não for publicitada devidamente? O BE quer também que seja divulgada esta possibilidade de participação de casais homossexuais nos casamentos de Santo António, cujas cerimónias integram as Festas de Lisboa, que se realizam no mês de junho.
“Os casamentos de Santo António tiveram início em 1958, com a cerimónia religiosa. Após uma longa interrupção, foram retomados em 1997, já com a inclusão de casamentos civis. Na sua origem reside uma iniciativa de cariz solidário que apoia casais a concretizarem o seu casamento. Atualmente a iniciativa é da CML [Câmara Municipal de Lisboa] em parceria com a EGEAC [Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural]”, refere ainda a proposta.
noticia adaptada e imagem tirada do site jornaleconomico

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Quer ajudar o ambiente? Venha plantar uma árvore!

No sábado, dia 12 de Janeiro, a câmara de Lisboa convida toda a gente a plantar 20 mil árvores em quatro locais distintos.
A zona onde vão “chover” mais sementes será o Parque Urbano do Vale da Montanha (Areeiro/Marvila): nada menos que nove mil árvores serão plantadas.
Já o Parque Urbano do Vale da Ameixoeira (Santa Clara) irá receber seis mil árvores, enquanto o Parque Urbano do Rio Seco (no Alto da Ajuda) ficará com mais quatro mil. 
Para o Corredor Verde de Monsanto está prevista a plantação de mil árvores. 
“Participe na maior plantação de árvores de sempre na cidade” é o convite da Câmara Municipal de Lisboa. Qualquer pessoa poderá participar, bastando para tal inscrever-se no site oficial.
A participação é gratuita e as operações deverão começar às 9h30.
Na apresentação da programação da Lisboa Capital Verde Europeia 2020, em Novembro, a autarquia avançava que até ao final do ano (e começando a contar desde 2017), a cidade deveria somar mais cem mil árvores.
noticia adaptada e imagem tirada do site publico