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segunda-feira, 27 de abril de 2020

Boris Johnson volta hoje ao trabalho, depois de recuperar da Covid-19


Ao fim de três semanas de convalescença, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, regressa hoje a Downing Street, retomando o comando do executivo, depois de ter superado a doença causada pelo novo coronavírus, numa altura em que o país conta já 20.319 mortes.


Boris Johnson, foi o primeiro líder mundial a ser diagnosticado com a doença, em 26 de março, inicialmente com sintomas ligeiros de tosse e febre, o que lhe permitiu continuar a trabalhar numa fase inicial do período de isolamento.


Mas o agravamento do estado de saúde levou ao seu internamento durante uma semana, no Hospital St. Thomas, em 05 de abril, acabando por passar três noites numa unidade de cuidados intensivos, onde foi tratado pelo enfermeiro português, Luís Pitarma.


Em 12 de abril, numa mensagem publicada na rede social Twitter, Boris Jonhson agradeceu a Luís Pitarma e a uma enfermeira da Nova Zelândia pelo tratamento que recebeu durante o internamento no hospital St. Thomas, em Londres.


Agora, vai ter de lidar com as críticas à gestão da crise pandémica e às declarações do assessor científico do Governo Patrick Wallace que ainda em março disse que ambicionava limitar o número de vítimas mortais pela covid-19 “a 20.000 ou menos”.


Noticia adaptada do site tvi24

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Boris Johnson pode travar a Huawei no Reino Unido

Boris Johnson falou com o seu amigo Donald Trump e tudo estará encaminhado para declarar um boicote à gigante chinesa Huawei.
Trump achava que a Huawei estava metida em negócios de espionagem e já no ano passado, bloqueou as vendas nos Estados Unidos. Johnson acreditou no amigo e como se costuma dizer, "mais vale prevenir do que remediar" e agora também vai impedir a entrada da empresa no Reino Unido.
Johnson diz: «Não quero que este país [Reino Unido] seja hostil ao investimento estrangeiro. Por outro lado, não podemos prejudicar os nossos interesses vitais em torno da segurança nacional, nem podemos prejudicar a nossa capacidade de cooperação com os nossos parceiros da Five Eyes [aliança entre o Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e Canadá]. Esse será o principal critério a influenciar a nossa decisão sobre a Huawei», disse Johnson numa conferência de imprensa em Londres, onde decorreu a cimeira da NATO.
Assim, o Reino Unido poderá juntar-se aos EUA, Austrália e a Nova Zelândia.
noticia inspirada no site executivedigest.sapo.pt

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Reino Unido - quem tem culpa do atentado?



Bom dia amigos da Rádio TugaNet!
Aqui na Inglaterra as coisas estão complicadas! Depois do atentado feito por Usman Khan, as eleições vão centrar-se na segurança. Tudo porque o criminoso tinha sido solto dias antes de cumprir a pena de prisão a que estava condenado.
Boris Johnson acha que tudo foi culpa do partido trabalhista que aprovou uma lei onde os presos seriam libertados caso tivessem bom comportamento. O primeiro-ministro britânico ainda prometeu um pacote de medidas contra o terrorismo, onde se incluem penas mínimas de prisão de 14 anos, o fim da libertação automática para terroristas e outras ofensas graves e o um novo sistema sob o qual os condenados terão de cumprir todos os dias da sentença na prisão. 
Em sua defesa, o líder trabalhista afirmou que aqueles que foram condenados por ofensas de terrorismo “não têm necessariamente” que cumprir a totalidade das penas. “Acho que depende das circunstâncias, depende da sentença, mas depende crucialmente daquilo que fizeram na prisão”, realçando que a prisão também deve ser “um lugar onde reabilitação ocorre”.
E a guerra está armada!
noticia adaptada e imagem tirada do site sol

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Boris Johnson e a estátua de gelo

As coisas pelos lados de Inglaterra estão animadas! O canal britânico Channel 4 News lembrou-se de colocar duas esculturas em gelo, uma com o símbolo dos conservadores por baixo, outra com o símbolo do partido do Brexit no lugares de Boris Johnson e Nigel Farage que não quiseram estar presentes no debate televisivo.
O canal disse que "Essas duas esculturas de gelo representam a emergência no planeta Terra, não em forma humana, mas são uma metáfora visual para os partidos Conservador e Brexit, depois de os seus líderes terem recusado os nossos repetidos convites para participar do vital debate climático desta noite", justificou o responsável do canal Channel 4 News.
O partido conservador não achou piada e resolveu queixar-se do canal junto da entidade reguladora (Ofcom).
Imagem e noticia adaptada do DN